Governo do Distrito Federal
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19/08/19 às 21h29 - Atualizado em 20/08/19 às 8h45

Peste Suína é debatida em seminário

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Ocorreu na última sexta-feira (16), no auditório da Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF), um seminário técnico entre profissionais da Secretaria e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), para tratar da Peste Suína Clássica (PSC). O evento aconteceu em decorrência de um surto recente da doença, no interior do Piauí, que ligou o alerta das autoridades ligadas à defesa agropecuária.

 

Apesar do DF ser considerado área livre da Peste Suína Clássica, a Subsecretaria de Defesa Agropecuária elaborou um plano de prevenção da PSC, visando a realização de ações para a manutenção do status sanitário do DF, dentre as quais se insere o seminário.

 

A capacitação técnica dos profissionais ligados às atividades agropecuárias teve forte apelo no referido seminário, com o objetivo de treinar profissionais e veterinários que lidam com os suínos, evitando a entrada da PSC no DF.

 

De acordo com a subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo, o seminário foi muito proveitoso. “Foi um momento para tirarmos as dúvidas e discutirmos os cuidados que precisamos ter para que essa doença não chegue no DF. Para isso, vamos incentivar bastante os produtores a notificarem qualquer suspeita da doença em sua criação. Da mesma forma, o técnico que verificar qualquer sinal ou sintoma diferente nos animais, precisa entrar em contato com a Defesa Agropecuária imediatamente, para que possamos avaliar a situação e descartar qualquer problema mais grave”, comentou a subsecretária.

 

Danielle também fez elucidações a respeito da Peste Suína Clássica e suas formas de contágio, além da missão da Defesa Agropecuária neste ponto. “A PSC não é uma doença que acomete seres humanos, então o risco não é para quem ingere a carne. Os maiores riscos são para o agronegócio. Grande parte do Brasil hoje, é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), como área livre desta doença, e isso garante a abertura para diversos mercados internacionais. Caso a PSC se espalhe, o status sanitário do DF, ou até mesmo do Brasil, pode ser perdido, e isso traria perdas econômicas gigantescas para o país”. Completou a Subsecretária da Defesa Agropecuária, Danielle Araújo.

 

Texto e foto: Ascom Seagri-DF